A morte do medo para a coragem nascer
A Ana explica por que Obaluaê trabalha o fim do que adoece para abrir espaço à coragem, à verdade e à vida.


Um rito profundo de cura para encerrar ciclos de medo, vergonha e rejeição com a força ancestral da Água.

Essa cerimônia é pra você que sente que alguma coisa precisa acabar na sua vida pra que outra possa começar.
Você carrega um medo que te trava. Uma vergonha que te impede de se expressar. Uma rejeição que ficou grudada e te paralisa toda vez que você tenta dar um passo.
Você já tentou racionalizar. Já tentou ignorar. Já tentou seguir em frente fingindo que tá tudo bem.
Se você reconhece isso, esse ritual é o seu próximo passo.

Ele conhece os propósitos do seu espírito. Sabe exatamente o que precisa ser encerrado pra que a cura aconteça. A coragem nasce quando o medo se vai. A saúde aparece quando a doença perde força. A sua verdade surge quando a vergonha sai do caminho.
De acordo com os itãs, quando todos os orixás estavam sendo atingidos por doenças fatais, Obaluaê foi o único que conseguiu salvá-los.
Ele é o dono da terra. E nessa cerimônia, a força dele vai trabalhar em você.
Todo mês, a cerimônia carrega um tema definido, um Orixá e um elemento da natureza. Essa combinação direciona conscientemente a transformação — sua psique sabe exatamente pra onde olhar.
Na cerimônia de Obaluaê, aliamos a força das Medicinas da Floresta — Ayahuasca, Sananga e Rapé — a técnicas terapêuticas e práticas ancestrais xamânicas.
A proposta é clara: tudo que você receber durante o ritual, você leva pro seu dia a dia.
Aplicação consciente. Transformação real.Você vem até a chácara em Mairiporã, em meio à natureza. Um espaço preparado com cuidado pra te receber.
Você participa de qualquer lugar do Brasil, na segurança do seu ambiente.
Tudo conduzido com comprometimento e responsabilidade.

Há quase duas décadas conduzindo trabalhos que transformam vidas. Formada em terapias quânticas, xamânicas e psicanálise espiritualista.

Foi a experiência mais transformadora da minha vida. Saí da cerimônia com uma clareza que nenhuma terapia tinha me dado antes.
Eu carregava uma vergonha tão profunda que achava que fazia parte de mim. Naquele ritual, eu entendi de onde veio e consegui soltar.
A condução da Ana é acolhedora e firme ao mesmo tempo. Você se sente segura pra mergulhar de verdade.
As vagas presenciais são limitadas pela capacidade da chácara.
As cerimônias acontecem uma vez por mês. Quando o ciclo de Obaluaê passar, o próximo ritual será com outro Orixá, outra energia, outro propósito.
Em dois vídeos curtos, a Ana mostra como a energia de Obaluaê atua entre morte e vida, corta ciclos de medo, vergonha e rejeição, e devolve força ao propósito do espírito.
A Ana explica por que Obaluaê trabalha o fim do que adoece para abrir espaço à coragem, à verdade e à vida.
Uma leitura sobre alma, itãs, rejeição e a força de Obaluaê para encerrar ciclos que impedem sua expressão.

Obaluaê salvou os orixás quando todos estavam à beira da morte. Ele conhece o caminho da cura porque já atravessou o caminho da dor.